Memórias

by Abisma

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released October 10, 2015

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Abisma Brazil

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Track Name: Um Capítulo Sem Fim da Minha Vida
O tempo está acabando
Eu fico mais esperançoso a cada instante
de encontrar a tal felicidade eterna
E meu sangue mancha-me de coragem
Pois é muito real tudo isso
... sangrar e sentir dor
Só isso é verdadeiro
Eu enterro-me com meus sonhos
Eu vivo sonhando com isto
Minha existência esvanecendo aos poucos
O tempo esta parando em total reflexo e atenção a mim
Pois irei matar a mim mesmo para ir além de meu conhecimento e propósitos
Um trauma perplexo ficara feito um dia chuvoso
Eu estou aqui preso em mim mesmo
Vivendo a bobagem chamada vida!

E sei que posso termina a esses capítulos marcados por melancolia e falta de sentido
Eu sei que posso destruir essa carne e por fim a minha vida
Eu não estou preso a mais nada!
Só há palavras de não poder
Mais eu não estou preso a nada e irei matar a mim mesmo!
Track Name: O Anjo Corrompido
Destruído mais uma vez por mentiras
É impossível confiar nas pessoas
Uma vez que elas te descartam facilmente
Rasgando a noite
Vejo que preferem a promiscuidade
Isso é tão repugnante e nojento


Uma aura negra me envolve
Sou o anjo que chora e cansou de se sacrificar,
por pessoas inúteis e sem caráter
Pergunto qual é o meu real propósito?


O ódio me toma conta, me manchando cada dia mais
Já não me reconheço as vezes
Imploro por uma luz no fundo dessa vala
Um mar de falsidade e promessas quebradas


Sufocado, não vejo bondade em mais nada
Tudo é podre e acinzentado, sem vida
Meu ódio ressoa cada dia mais intensamente
Não sei se sou mais um anjo como costumava ser


Como eu gostaria de esquecer
De ser ingênuo mais uma vez
Sinto falta daqueles tempos...
Track Name: O Lacrimejar do Tempo
Emergindo em lagrimas
Doce água que escorre em meu rosto
Amargo sentimento de está aqui
Sentir tudo se desfazendo
Mas quando sou só eu desmoronando
Meu planto está secando
Minhas lagrimas cessando
Mas a dor é a mesma
A lâmina que passa por meu pulso
Eu sinto fundo uma dor marcante do que foi
Que se torna um vestígio de lamúria
Em quanto aqui eu choro até o último momento
Até adormece em cima do meu sangue seco
Ó, lastimável ser miserável.
A imagem do fim refletindo a água sobre o chão
As lagrimas que me afogo
A solidão
Um último corte
Vejo a última gota cair de meu sangue...
As lagrimas pararem junto a minha vida.
Track Name: Suicídio da Mente
Novamente aprisionado nas trevas da minha mente
Eu não acredito mais em ideais utópicas
Como o "ser feliz pra sempre"
Por mais cruel que seja a felicidade é efêmera
Tão efêmera que passa diante dos seus olhos e escorre entre seus dedos como água


Mente maldita, esqueça esses pensamentos inúteis
Bastava esquecer, e talvez não doeria tanto
Mas tem momentos em que o ódio vem sussurrando baixo no seu ouvido
O ódio é um demônio, que tem o seu próprio rosto, te pisa mais e mais...
Logo depois vem a depressão com um abraço gelado e desconfortável


Resvalando por um abismo que parece não ter fundo
Tristes lembranças, por breves momentos peço para acordar e não lembrar de mais nada
Sacrificando todas as minhas memórias, como um tributo pra me livrar de todos esses demônios.


A guerra que esta na minha mente vai cessar..
Imagens se distorcendo...
Esquecimento.
Track Name: A Doença Degenerativa de Lúcio (1897-1997)
Entre choros silencia-se um grito em uma mente que parou
Suas veias já não pulsam seu coração repousa-se se adaptando a morte
Meu réquiem-pessoas chorando por meu falecimento.
Eu era tão jovem acreditando ser imortal e que podia fazer tudo.
Anos, séculos, milênios já se passaram por mim e aqui me recordo de até onde sei que sou eterno.
De repente tudo se distorce e eu percebo que estou aqui
Abra os olhos é o que me diz
Enxerga a esse mundo é o que, mas eu tenho medo.
Eu pisei em espinho e senti...
E eu não paro de sonhar nunca.
E de repente tudo se distorce!
Eu fecharei meus olhos só para não ver a própria espada destruir-me
Tumor maligno, visão sem vida do meu ser.
É tão doloroso estar aqui
Eu queria um lugar para minha velhice
Um canto do outro lado
Eu não posso ficar de frente para isto
É que dói tanto...
E eu não paro de sonhar nunca.
De repente tudo se distorce e eu percebo que estou aqui
Abra os olhos é o que me diz
Enxerga a esse mundo é o que, mas eu tenho medo.
Eu pisei em espinho e senti...
Mas um dia vivi para lamentar-me dessa existência
De uma memorável tragédia e mais uma tarde triste
De alguém que se foi e que não sei se volta
Da dúvida do que acontecerá se eu fizer
Se nada disso faz mais sentido para mim
Só uma nostalgia e noites de pesadelos
Uma viajem sem fim através do angustioso tempo
Eu só queria mais um dia após o dia de hoje disse a mim mesmo
Mas de repente isso já não importa mais
Por que o nome dessa doença é viver...
Track Name: Memórias
De frente para as lembranças
Sinto que o tempo está passando
A nostálgica dor de não poder tocar
Lembrar-se de como foi, me trás uma visão do que poderia ter sido diferente.

Impetuosamente meus erros retalham-me
E lentamente a noite vai se afastando
Dias congelam-se e voltam aos meus olhos como um forte vento, e uma rajada de desespero cortante.
Revelando-me o erro que sou
Não sei mais o significado da palavra confiança.

Tudo é o motivo de dor, até os breves momentos de paz, é apenas uma ilusão para que eu caia mais fundo.
E distante da luz a fria escuridão me abraça forte, sufocando e me banhando em laminas.
Não consigo respirar, são como mãos da morte em cima do meu peito.

A solidão que pesa
A tristeza que carrego
Toda culpa me faz perceber que meu maior erro é ainda está vivo.
Isso com certeza é a morte
Estar sozinho é doloroso, mas existe uma dor maior que é ser traído.
Essa mistura de sentimentos negativos da origem a um ódio devastador.
Que constrói um reino dentro de mim.
Track Name: Meu Fim (...hipotermia)
Caminhando na planície gelada
Sem mais sentir a dor física
Vejo a figura culpada
Fúnebre e solitária...
Sinto a neve em meu rosto
Denso vapor aquoso obscuro da atmosfera
Tenho falta de clareza
Embaraça minha visão
Um leve estorvo
Ela toca meu corpo
Deitado sobre a névoa
Lá no fim eu posso ver...
Eu vejo meu futuro e nele estou morto
Aqui caminhando sozinho encontrei o fim
A morte toca-me
E me leva para longe.